Romance | 322 Páginas | Editora Record | 2017 | Classificação: 4/5.

Sinopse: Uma bela amizade. Uma improvável história de amor. Uma tragédia que pode pôr tudo a perder. Da mesma autora de Sr. Daniels e O ar que ele respira. Logan Silverstone e Alyssa Walters não têm nada em comum. Ele passa os dias contando centavos para pagar o aluguel, sofrendo com a rejeição dos pais e tentando encontrar um rumo para sua vida caótica. Ela, por outro lado, parece ter um futuro brilhante pela frente. Um dia, porém, um simples gesto dá origem a uma improvável amizade. Ao longo dos anos, o sentimento que os une se transforma em algo até então desconhecido para os dois. Alyssa e Logan não conseguem resistir à atração que sempre sentiram um pelo outro e finalmente descobrem o amor. Mas uma tragédia promete separá-los para sempre. Ou pelo menos é isso que eles pensam. Seriam as reviravoltas do destino e as feridas do coração capazes de apagar para sempre a chama que há dentro deles?
Estou/sou apaixonada por tudo o que a Brittainy escreve! E com esse livro não foi diferente. A chama dentro de nós é o segundo livro de uma série chamada Elementos. Ele vai contar a história da Alyssa e Logan, melhores amigos desde a adolescência. Aparentemente, eles são completamente distintos, exceto pelo fato de ambos terem de enfrentar as dificuldades em suas famílias e procurarem suporte um no outro. Aly tem um pai ausente e uma mãe fria e controladora, Lo tem um pai traficante e uma mãe drogada. Logo, eles descobrem que os irmãos de ambos (Erika, irmã de Aly e Kellan, irmão de Lo) estão juntos há algum tempo. Eles acabam se apaixonando um pelo outro, ou apenas percebendo que esse sentimento sempre estivera ali e só veio criando mais forças com o tempo. Percebem, também, que apesar de tudo eles conseguem encontrar a felicidade um no outro, e sempre depois de um problema, encontram paz quando estão juntos.

"Meu irmão Kellan é um super-herói. Ele pode não salvar o mundo nem usar uma capa, mas ele muda vidas. Ele sempre viveu cada dia como se fosse único. Ele sorri mesmo quando sente dor. Acredita no amor, na vida e em finais felizes. Ele acredita na família. Quero dizer, ele acreditou em mim quando eu provavelmente não merecia crédito algum. Nós crescemos em situações diferentes. Enquanto ele acreditava na felicidade, eu estava preso em minhas tragédias pessoais, mas ele ainda assim me amou. Ele me amou incondicionalmente. Seu amor não teve limites. E, por causa desse amor, eu soube que nunca estaria sozinho."

Com um pai abusivo e uma mãe que vive à beira de uma overdose, Logan acaba se entregando às drogas, por muitas vezes, mas Alyssa sempre tenta mostrá-lo o lado da vida que não há tanto sofrimento e dor. Quando o relacionamento deles está se fortificando e progredindo, acontece algo completamente inesperado. Um susto para Aly, que terá que lidar ainda mais intensamente com a mãe mais controladora do que nunca, a difícil decisão de ir ou não à faculdade mesmo diante de tal problema, a continuar lutando por seu melhor amigo e namorado, e aprender a ser definitivamente independente, tomando firmes decisões sobre sua vida e futuro. Enquanto isso, Logan cada vez mais se afunda nas suas mágoas, dores e sofrimentos, usando as drogas como um escape. 

"Descobri que um lar não é um lugar específico, mas a sensação que temos quando estamos com as pessoas que são importantes para nós, um sentimento de paz que apaga os incêndios da alma.” 

É uma história sobre amor, amizade, família, laços que parecem ser inquebráveis e se quebram, enquanto laços frágeis duram. Nos deixa reflexões, aborda assuntos sociais importantes, nos ensina a ter um olhar mais sensível para certos assuntos. É um livro maravilhoso, com uma ótima escrita, leitura muito fluída, personagens bem construídos, um bom progresso na história e um claro amadurecimento dos personagens. Há capítulos narrados pela Aly, outros são narrados pelo Logan, assim como é em O Ar que Ele Respira. Achei o primeiro livro melhor, o que não quer dizer que o segundo foi ruim, não é isso! Esse segundo livro é muito bom, só teve uma abordagem um pouco diferente do livro um. Há diferença nas idades dos personagens e na forma de problemas que eles enfrentam, apesar de terem reações um pouco parecidas em alguns momentos.

"Alyssa, meu lindo amor, salvou minha vida. Ela tinha me dado uma razão para viver, e era uma honra ser amado por ela. Prometi a ela, do fundo do meu coração, que nunca esqueceria o fato de ela ter me dado tudo de si quando eu não tinha mais nada para dar em troca. Alyssa me disse que meu passado não define quem eu sou e que com certeza terei um futuro surpreendente. Ela era o fogo que me mantinha aquecido durante a noite."

Chorei, torci, vibrei, amei, entristeci, sorri, corei, mas enquanto não acabei essa história maravilhosa eu não sosseguei. Super indico, vale muito a pena. Não é necessário ter lido o primeiro livro, mas como eu gosto de tentar sempre fazer o mais idêntico à ordem, estou tentando ler a série na sequência. O terceiro livro se chama O Silêncio das Águas e o quarto é A Força Que Nos Atrai.
Vocês já conheciam esse livro? Ficaram curiosos para ler? Espero ter ajudado a esclarecer algumas dúvidas.
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Chick Lit | 351 Páginas | Editora BestBolso | 2016 | Classificação: 3/5.

SinopseEmma Corrigan tem alguns segredinhos... Mas quem não tem? Durante uma viagem de avião bem turbulenta, Emma acredita que não sobreviverá aos solavancos, e acaba contando todos - mas todos! - os seus segredos para o homem sentado na poltrona ao lado. Quando a aeronave pousa em segurança, ela pede desculpas ao companheiro de voo pelo desabafo, pensando que nunca veria aquele estranho bonitão. No dia seguinte, no entanto, ela descobre que seu colega de viagem era ninguém menos que Jack Harper, um dos fundadores da grande Corporação Panther, empresa na qual Emma trabalha como assistente de marketing. E que seu encontro desajeitado com o milionário a colocaria na maior confusão. 
Emma vai a sua primeira reunião de marketing sozinha (em outro país). Enfrentando alguns desafios como deixar de lado seu medo de voar de avião, e se esforçando para fechar um contrato que acaba não dando certo, o que significa que a promoção de cargo que ela tanto desejava provavelmente não vai acontecer. Chateada, Emma embarca para voltar pra casa, mas as coisas não param de dar errado. Sua blusa abre e ela não percebe, e anda por todo o aeroporto com seu sutiã rosa à mostra. A comissária de bordo vê toda a tristeza de Emma e para animá-la consegue encaixá-la na classe executiva. O que parecia ser um grande presente, acaba se tornando o inicio de uma grande confusão na vida da garota. O voo passa por uma grande turbulência e ela acaba achando que vai morrer, então solta todos os seus segredos para o homem charmoso que está na poltrona ao lado. Mas com algum tempo depois a aeronave pousa em segurança, mas não rápido o suficiente para que Emma não contasse exatamente TODOS os seus segredos. 
Ela tenta se convencer que está tudo bem, pois nunca mais irá encontrar com o bonitão novamente e tudo será esquecido. Mas realmente não era isso que o destino tinha preparado para ela, talvez ela devesse aprender mais algumas coisas. O cara ao seu lado - Jack Harper - é o fundador da empresa multinacional que ela é funcionária e está indo visitar justamente a sede em que Emma trabalha. Apesar dos segredos dela terem sido expostos, o milionário também tem alguns segredos ainda não revelados. E claro que toda essa confusão hilária vai atrair os dois e dar uma reviravolta em suas vidas. Mas principalmente Emma concertará muita coisa entre seus próprios enganos e aqueles que afetam pessoas ao seu redor. 
Aprenderá que há segredos que devem ser mantidos, mas por muitas das vezes a honestidade é o melhor caminho. Entenderá como lidar com a situação dos seus pais e sua prima (e irmã postiça) irritante, verá como um relacionamento com mais sinceridade se desenrola, e principalmente a ter mais cuidado e responsabilidade pelos seus atos.

“Mas o negócio é que é totalmente normal ter um ou outro segredinho que a gente não conta ao namorado. Todo mundo sabe disso.”

Primeiro, essa minha edição é uma de bolso que comprei na internet achando que era o tamanho tradicional, quando o livro chegou e eu vi que era edição de bolso tive uma ponta de decepção, mas claramente não é nada que prejudique a leitura. 
A escrita da autora é sensacional, nós já sabemos. Mas por que a avaliação foi três? Ainda estou me perguntando isso. Não sei! A história parece incrível, mas para mim essa leitura foi meio cansativa. Demorei mais do que o habitual para concluí-la, desanimei, pensei em abandoná-la. Mas sempre digo a mim mesma nesses casos "passe, pelo menos, da página 100 antes de julgar um livro". Acontece que passei da 100, da 150, da 200 e nada do livro melhorar. Lá para 250/290 que deu uma melhorada pois já se aproximava do fim.
Vamos aos fatos da história... Ok, nem tanto pela coincidência absurda de que entre milhões de pessoas na Europa, mais especificamente na Inglaterra, aquele rapaz fosse logo o chefe de Emma. Tudo bem que em situações extremas as vezes a gente fala sem pensar (e ela falou mais de uma hora sem pensar), mas nos momentos de choque que ela precisou falar sem pensar muito ela ficou absolutamente calada, quando ela precisava ficar calada ela falava. Era quase como se ela não exercesse nenhum controle sobre seu próprio corpo. 
Em relação ao romance, ele foi muito esticado (talvez querendo deixar os melhores momentos para o final) e acabou ficando cansativo por muitas vezes, como se fosse o velho "enchendo linguiça". Não achei emocionante, e cheguei a por alguns momentos torcer para não ficarem juntos (O QUE? LOGO EU, ROMÂNTICA INCORRIGÍVEL!) A protagonista também é super influenciável, como se os outros personagens estivessem sempre controlando e manipulando-a direta ou indiretamente. A comédia também não se destaca no livro, a maioria das partes me irritaram mais do que me fizeram achar graça. Tem um toque de novela Mexicana, sempre que algo parece que vai dar certo, na verdade, dá errado.  
Mas apesar dessa experiência com Sophie Kinsella não ter sido tão boa, ainda confio na capacidade da autora e espero logo ler mais alguns livros dela. As vezes o pequeno problema que muda tudo está apenas na disposição e empolgação do leitor, então fiquem de olho e aguardem a próxima resenha de um livro da autora, que logo vai estar no ar.  E não deixem de ler os livros que vocês se interessam pela história, mesmo com algumas opiniões contrárias, alguns livros podem nos surpreender! O que não rolou para uma pessoa, pode ser maravilhoso para outras. Leiam e tirem suas próprias conclusões. Conselho de tia, hein! hahahaha

“É incrível como sou uma pessoa diferente esses dias. É como se tivesse me transformado. Sou uma nova Emma. Muito mais aberta do que antes. Muito mais sincera. Porque o que aprendi de verdade é: se você não pode ser honesta com seus amigos, colegas e entes queridos, pra que serve a vida?”

Mas e aí pessoal, qual é as experiências de vocês com os chick lits da autora? Qual o seu livro preferido dela? Contem-me nos comentários.
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New Adult | 364 Páginas | Editora Planeta | 2017 | Classificação: 4,5/5.

SinopseElla Harper é uma sobrevivente. Nunca conheceu o pai e passou a vida mudando de cidade em cidade com a mãe, uma mulher instável e problemática, acreditando que em algum momento as duas conseguiriam sair do sufoco. Mas agora a mãe morreu, e Ella está sozinha. É quando aparece Callum Royal, amigo do pai, que promete tirá-la da pobreza. A oferta parece tentadora: uma boa mesada, uma promessa de herança, uma nova vida na mansão dos Royal, onde passará a conviver com os cinco filhos de Callum. Ao chegar ao novo lar, Ella descobre que cada garoto Royal é mais atraente que o outro – e que todos a odeiam com todas as forças. Especialmente Reed, o mais sedutor, e também aquele capaz de baixar na escola o “decreto Royal” – basta uma palavra dele e a vida social da garota estará estilhaçada pelos próximos anos. Reed não a quer ali. Ele diz que ela não pertence ao mundo dos Royal. E ele pode estar certo.
Ella tem dezessete anos e nunca conheceu o pai, há alguns poucos anos perdeu a mãe - que embora louca, era extremamente cuidadosa com a filha. Desde a doença terminal da única pessoa que amou na vida, a garota precisou se virar para conseguir dinheiro. Trabalhou em vários lugares, mas se fixou no clube de strip, onde por algum tempo comprou os remédios para sua mãe e conseguiu sustento para si após a morte dela.
Até que um dia aparece Callum Royal (melhor amigo de seu pai) e tudo muda, ele afirma que é seu tutor, pois recentemente Steve - o pai que ela nunca conheceu - morreu. Toda a realidade de Ella muda quando ela passa a viver em um verdadeiro palácio, com todo o conforto que nunca imaginou que teria. Carros, colégio particular, festas, comida, muito dinheiro e cinco irmãos postiços (filhos de Callum) que são deuses gregos, lindos, cruéis e super influentes na escola onde Ella irá iniciar o ano. Mas ela nunca imaginou que a raiva, repulsa e ódio que havia entre ela e um dos garotos Royal poderia se transformar em outra coisa. Agora ela tem que lidar com a confusão de sentimentos tão opostos que parecem apontar para uma paixão, as fofocas cruéis que correm na escola envolvendo seu nome, precisa se livrar do esteriótipo de strip que tem, se esforças nos estudos e tentar se encaixar em um mundo completamente novo para ela. Vai conhecer esse universo milionário e ver que nem sempre o dinheiro é a solução, e que mesmo em meio a tanto luxo pode haver trapaças, falta de amor, problemas pesados, brigas e ódio. Mas que lá também pode ser seu novo lar. 

"O destino é para os fracos, pessoas que não têm poder ou força para moldar a vida como precisam que seja. Ainda não cheguei lá. Não tenho poder suficiente, mas terei um dia."

Prepare-se para uma história intensa, cativante, envolvente e viciante. Nunca tinha ficado tão profundamente ansiosa para ler uma continuação, e foi exatamente isso que aconteceu quando acabei de ler Princesa de Papel. Corri e procurei o próximo em e-book (mas não achei na Amazon), pois ao acabar o livro a única coisa que você consegue pensar é "quero mais!". Agora aqui estou eu, curiosa e contando os minutos para o Black Friday chegar e eu comprá-lo.
Uma coisa muito bacana que descobri apenas quando acabei a leitura é que Erin Watt é o pseudônimo das autoras Elle Kennedy (que escreveu a série Amores Improváveis) e Jen Frederick. As duas desenvolveram juntas de forma sensacional a série Princesa de Papel, e o resultado foi absolutamente incrível. Os história, claramente, foi tão bem pensada e construída, os personagens são complexos e envolventes, tem uma pitada de realidade e ainda assim nos leva ao mundo dos sonhos. É o equilíbrio perfeito de uma história que nos faz ler por várias horas sem se dar conta de quanto tempo passou. No início achei os personagens Royal infantis além da conta - e super cruéis -, o que me incomodou bastante, mas nada que atrapalhou a fluidez da leitura, a questão é saber ignorar. Até porque o objetivo do livro é romantizar mesmo a história da protagonista com um Royal. No final podemos entender um pouco melhor o porquê dos garotos agirem de uma maneira fria e absurda. A série conta com quatro livros, até o momento, onde só os dois primeiros foram traduzidos para o português, e os dois últimos acabaram de ser lançados - então só nos resta aguardar e implorar para a Editora Planeta (que tem os direitos sobre a série no Brasil) traduza logo as continuações.

"Minha maior habilidade, se é que tenho alguma, não é dançar. É minha capacidade de acreditar que amanhã pode ser um dia melhor. Não sei de onde tirei esse otimismo. Talvez tenha sido da mamãe. Em algum momento, comecei a pensar que, ao superar uma experiência ou um dia ruim, eu sairia uma pessoa melhor, mais interessante, renovada."  pág 176

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Young Adult | 320 Páginas | Editora Intrínseca | 2015 | Classificação: 5/5.

Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

"Não são cartas de amor no sentido mais estrito da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. Porque, depois que escrevo, aquele amor ardente para de me consumir. Posso tomar o café da manhã sem me preocupar se ele também gosta de banana com cereal; posso cantar músicas românticas sem estar cantando para ele. Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam." 

   Lara Jean é a filha do meio, está no penúltimo ano do ensino médio, e como qualquer adolescente está tentando amadurecer. A morte de sua mãe, há seis anos atrás, a ajudou a crescer um pouco mais, apesar de ser a sua irmã mais velha, Margot, quem cuida de seu pai, irmã e até da própria Lara Jean. Sempre que ela decide não estar mais apaixonada por um garoto, escreve uma carta de despedida. Mesmo não sendo tão corajosa e decidida quanto Margot, após ela lacrar e endereçar a carta - que absolutamente não será enviada - esquece definitivamente do garoto. A ida de Margot à faculdade em outro país é mais um motivo para a garota aprender a tomar as rédeas da casa e amadurecer, cuidar de seu pai, dividir as tarefas da casa, e superar seu medo de dirigir e levar sua irmã caçula, Kitty, à escola. Mas, como ela será tão organizada e aprenderá a liderar a casa sem sua irmã mais velha.  E o que ela não contava, aconteceu: todas as cartas que ela escreveu para os cinco garotos de sua vida foram enviadas. Nesse grande momento de vários aprendizados, tentará direcionar seu coração para o caminho certo, mas esse caminho terá muitas situações imprevisíveis e confusas. 

“Acho que agora consigo ver a diferença entre amar alguém de longe e amar de perto. (...). O amor é assustador; ele se transforma; ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa...” 

Esse livro é um amor! Sabe aquela sensação de "como eu demorei tanto para lê-lo"? A autora tem uma escrita super fluída, é daqueles que você consegue ler em uma sentada. A protagonista nos leva de volta aos conflitos, medos bobos e frios na barriga da adolescência. Sabe aquelas paixonites? A gente cresce, aprende e amadurece junto com ela. Sentimentos empatia, admiramos o amor em família, como apesar de tudo ela coloca a felicidade do pai e das irmãs afrente da sua. Ela foge de uma enrascada se colocando em outra, mas no final aprende com seus erros e nos proporciona boas risadas. Livro muito envolvente, leve, com personagens bem construídos e desenvolvidos. O livro está muito em alta, e depois que paramos para ler podemos entender o porquê. As duas continuações já estão na minha lista de desejo, e espero adquiri-las até o fim do mês. 
Não quis dar spoiler na resenha, mas sei que a maioria das pessoas já conhecem o livro. Só o que posso dizer é: valeu muito a pena! Leiam e aproveitem bastante! Quando acaba, ele nos deixa com a sensação de quero mais. 

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