[Resenha] Princesa de Papel - Erin Watt

New Adult | 364 Páginas | Editora Planeta | 2017 | Classificação: 4,5/5.

Sinopse: Ella Harper é uma sobrevivente. Nunca conheceu o pai e passou a vida mudando de cidade em cidade com a mãe, uma mulher instável e problemática, acreditando que em algum momento as duas conseguiriam sair do sufoco. Mas agora a mãe morreu, e Ella está sozinha. É quando aparece Callum Royal, amigo do pai, que promete tirá-la da pobreza. A oferta parece tentadora: uma boa mesada, uma promessa de herança, uma nova vida na mansão dos Royal, onde passará a conviver com os cinco filhos de Callum. Ao chegar ao novo lar, Ella descobre que cada garoto Royal é mais atraente que o outro – e que todos a odeiam com todas as forças. Especialmente Reed, o mais sedutor, e também aquele capaz de baixar na escola o “decreto Royal” – basta uma palavra dele e a vida social da garota estará estilhaçada pelos próximos anos. Reed não a quer ali. Ele diz que ela não pertence ao mundo dos Royal. E ele pode estar certo. 
Ella tem dezessete anos e nunca conheceu o pai, há alguns poucos anos perdeu a mãe - que embora louca, era extremamente cuidadosa com a filha. Desde a doença terminal da única pessoa que amou na vida, a garota precisou se virar para conseguir dinheiro. Trabalhou em vários lugares, mas se fixou no clube de strip, onde por algum tempo comprou os remédios para sua mãe e conseguiu sustento para si após a morte dela.
Até que um dia aparece Callum Royal (melhor amigo de seu pai) e tudo muda, ele afirma que é seu tutor, pois recentemente Steve - o pai que ela nunca conheceu - morreu. Toda a realidade de Ella muda quando ela passa a viver em um verdadeiro palácio, com todo o conforto que nunca imaginou que teria. Carros, colégio particular, festas, comida, muito dinheiro e cinco irmãos postiços (filhos de Callum) que são deuses gregos, lindos, cruéis e super influentes na escola onde Ella irá iniciar o ano. Mas ela nunca imaginou que a raiva, repulsa e ódio que havia entre ela e um dos garotos Royal poderia se transformar em outra coisa. Agora ela tem que lidar com a confusão de sentimentos tão opostos que parecem apontar para uma paixão, as fofocas cruéis que correm na escola envolvendo seu nome, precisa se livrar do esteriótipo de strip que tem, se esforças nos estudos e tentar se encaixar em um mundo completamente novo para ela. Vai conhecer esse universo milionário e ver que nem sempre o dinheiro é a solução, e que mesmo em meio a tanto luxo pode haver trapaças, falta de amor, problemas pesados, brigas e ódio. Mas que lá também pode ser seu novo lar. 

"O destino é para os fracos, pessoas que não têm poder ou força para moldar a vida como precisam que seja. Ainda não cheguei lá. Não tenho poder suficiente, mas terei um dia."

Prepare-se para uma história intensa, cativante, envolvente e viciante. Nunca tinha ficado tão profundamente ansiosa para ler uma continuação, e foi exatamente isso que aconteceu quando acabei de ler Princesa de Papel. Corri e procurei o próximo em e-book (mas não achei na Amazon), pois ao acabar o livro a única coisa que você consegue pensar é "quero mais!". Agora aqui estou eu, curiosa e contando os minutos para o Black Friday chegar e eu comprá-lo.
Uma coisa muito bacana que descobri apenas quando acabei a leitura é que Erin Watt é o pseudônimo das autoras Elle Kennedy (que escreveu a série Amores Improváveis) e Jen Frederick. As duas desenvolveram juntas de forma sensacional a série Princesa de Papel, e o resultado foi absolutamente incrível. Os história, claramente, foi tão bem pensada e construída, os personagens são complexos e envolventes, tem uma pitada de realidade e ainda assim nos leva ao mundo dos sonhos. É o equilíbrio perfeito de uma história que nos faz ler por várias horas sem se dar conta de quanto tempo passou. No início achei os personagens Royal infantis além da conta - e super cruéis -, o que me incomodou bastante, mas nada que atrapalhou a fluidez da leitura, a questão é saber ignorar. Até porque o objetivo do livro é romantizar mesmo a história da protagonista com um Royal. No final podemos entender um pouco melhor o porquê dos garotos agirem de uma maneira fria e absurda. A série conta com quatro livros, até o momento, onde só os dois primeiros foram traduzidos para o português, e os dois últimos acabaram de ser lançados - então só nos resta aguardar e implorar para a Editora Planeta (que tem os direitos sobre a série no Brasil) traduza logo as continuações.

"Minha maior habilidade, se é que tenho alguma, não é dançar. É minha capacidade de acreditar que amanhã pode ser um dia melhor. Não sei de onde tirei esse otimismo. Talvez tenha sido da mamãe. Em algum momento, comecei a pensar que, ao superar uma experiência ou um dia ruim, eu sairia uma pessoa melhor, mais interessante, renovada."  pág 176

Você já conhecia esse livro? Ficaram curiosos para ler? Espero ter ajudado a esclarecer algumas dúvidas.
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[Resenha] Para todos os garotos que já amei - Jenny Han

Young Adult | 320 Páginas | Editora Intrínseca | 2015 | Classificação: 5/5. 

Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar. 

"Não são cartas de amor no sentido mais estrito da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. Porque, depois que escrevo, aquele amor ardente para de me consumir. Posso tomar o café da manhã sem me preocupar se ele também gosta de banana com cereal; posso cantar músicas românticas sem estar cantando para ele. Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam." 

   Lara Jean é a filha do meio, está no penúltimo ano do ensino médio, e como qualquer adolescente está tentando amadurecer. A morte de sua mãe, há seis anos atrás, a ajudou a crescer um pouco mais, apesar de ser a sua irmã mais velha, Margot, quem cuida de seu pai, irmã e até da própria Lara Jean. Sempre que ela decide não estar mais apaixonada por um garoto, escreve uma carta de despedida. Mesmo não sendo tão corajosa e decidida quanto Margot, após ela lacrar e endereçar a carta - que absolutamente não será enviada - esquece definitivamente do garoto. A ida de Margot à faculdade em outro país é mais um motivo para a garota aprender a tomar as rédeas da casa e amadurecer, cuidar de seu pai, dividir as tarefas da casa, e superar seu medo de dirigir e levar sua irmã caçula, Kitty, à escola. Mas, como ela será tão organizada e aprenderá a liderar a casa sem sua irmã mais velha.  E o que ela não contava, aconteceu: todas as cartas que ela escreveu para os cinco garotos de sua vida foram enviadas. Nesse grande momento de vários aprendizados, tentará direcionar seu coração para o caminho certo, mas esse caminho terá muitas situações imprevisíveis e confusas. 

“Acho que agora consigo ver a diferença entre amar alguém de longe e amar de perto. (...). O amor é assustador; ele se transforma; ele murcha. Faz parte do risco. Não quero mais ter medo. Quero ser corajosa...” 

Esse livro é um amor! Sabe aquela sensação de "como eu demorei tanto para lê-lo"? A autora tem uma escrita super fluída, é daqueles que você consegue ler em uma sentada. A protagonista nos leva de volta aos conflitos, medos bobos e frios na barriga da adolescência. Sabe aquelas paixonites? A gente cresce, aprende e amadurece junto com ela. Sentimentos empatia, admiramos o amor em família, como apesar de tudo ela coloca a felicidade do pai e das irmãs afrente da sua. Ela foge de uma enrascada se colocando em outra, mas no final aprende com seus erros e nos proporciona boas risadas. Livro muito envolvente, leve, com personagens bem construídos e desenvolvidos. O livro está muito em alta, e depois que paramos para ler podemos entender o porquê. As duas continuações já estão na minha lista de desejo, e espero adquiri-las até o fim do mês. 
Não quis dar spoiler na resenha, mas sei que a maioria das pessoas já conhecem o livro. Só o que posso dizer é: valeu muito a pena! Leiam e aproveitem bastante! Quando acaba, ele nos deixa com a sensação de quero mais. 

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[Resenha] Baía da Esperança - Jojo Moyes

Romance | 301 Páginas | Editora Intrínseca | 2016 | Classificação: 3/5.

Sinopse: Liza nunca conseguiu fugir do passado. Mas nas praias paradisíacas da encantadora comunidade de Silver Bay ela ao menos encontrou a liberdade e a segurança que procurava se não para ela, para sua filha pequena, Hannah, até que Mike Dormer se hospeda no hotel que Liza administra com a tia. Um perfeito cavalheiro inglês, com roupas elegantes e olhar sério, Mike pode significar o fim de tudo que Liza trabalhou arduamente para proteger: não apenas o negócio da família e o lugar que tanto gosta, mas principalmente a convicção de que ela nunca amaria nem seria digna de amor outra vez.
   Vemos a história dos habitantes da pequena Sylver Bay, das belezas naturais que há nela, e de como tudo isso mudou Mike Dormer, um ambicioso executivo do setor de investimento imobiliário londrino. Conhecemos também a moradora e administradora do hotel Baía da Esperança há em média cinquenta anos, Kathleen, uma senhora de setenta e seis anos que recebeu sua sobrinha Liza McCullen com a filha Hannah, para morar com ela no hotel. Trazendo uma bagagem cheia de mágoas, dores e cicatrizes do passado, Liza se reergueu com a ajuda da tia, filha, e de sua ligação quase mágica com as baleias e golfinhos que ama observar. Até que um dia sua paz e tranquilidade se vê abalada por Mike, que pretende erguer um grande hotel de luxo próximo ao Baía da Esperança. Isso trará grandes consequências, como por exemplo as baleias e golfinhos poderão sumir com a chegada de excesso de turistas, esportes aquáticos e barulhos de construção, e abalará o hotel de Kathleen que já não vai tão bem assim. Mas o que nem o próprio Mike contava era se envolver tanto com o local e pessoas de Sylver Bay a ponto de mudar de ideia e perceber que a construção de seu empreendimento realmente trará muitos problemas para o meio-ambiente e moradores locais - em especial para o pequeno, simples e único hotel da região e seus habitantes -, mas será que quando ele perceber isso ainda dará tempo de reparar seus erros cometidos até então? Erros que predominantemente afetaram Liza, que desde que fugira de Londres bloqueava todos que tentava se aproximar e acreditava que nunca mais amaria ninguém novamente, pois temia colocar a vida de sua filha em risco e reviver traumas que aconteceram num passado não muito distante. 

"Observe o mar por tempo suficiente, seus humores e suas exaltações, suas belezas e seus terrores, e você terá todas as histórias de que precisa, de amor e perigo e daquilo que a vida nos traz em suas redes. E do fato de que às vezes não somos nós que estamos no leme, e não podemos fazer mais do que confiar em que tudo vai dar certo."

   Não tenho nada a reclamar da história, que é muito criativa e bem construída, o que para mim foi um problema é a forma como ela foi abordada. Cada capítulo é narrado por um personagem, e isso prejudicou muito meu desenvolvimento na leitura, quando eu ia pegando o ritmo o narrador mudava. Pode-se ver isso como um ponto positivo pois entende-se as situações de diversos pontos de vista, mas pra mim realmente não funcionou. Outro ponto negativo é a falta de descrição dos personagens, claro que tinha uma característica aqui e ali, mas muito pouco e  apenas de três personagens principais. E a falta de diálogo, principalmente entre Liza e Mike, também me incomodou bastante, até porquê de repente eles estão apaixonados sem que houvesse uma aproximação profunda e explicita antes disso.

"Quem pode saber o que se encontra por trás das escolhas do coração humano?"

   Fora esses pontos que considerei negativos, achei a história fofa, o final particularmente me agradou, os personagens foram bem construídos, um cenário super bem criado (que vontade de passar férias em Sylver Bay), e a capa dessa edição é incrível! Avaliei como 3/5, pois não tive vontade de ler outras história da autora, e devido aos pontos negativos fortes, a história não fluiu bem. 
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[Resenha] Como (quase) namorei Robert Pattinson - Carol Sabar

Chick Lit | 464 Páginas | Editora Jangada | 2011 | Classificação: 4/5. 

Sinopse: Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Já perdeu a conta de quantas vezes leu os livros da série e assistiu aos filmes. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs do Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Sua obsessão ganha fôlego com uma temporada de estudos em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Percebe, então, que uma mudança radical em seu comportamento “crepuscólico” é mais do que urgente. O que ela não esperava era conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson! Apaixonante, lindo, rico, misterioso e ambíguo, Miguel acaba se tornando um desejo mais inacessível para Duda do que o próprio astro de Hollywood. Uma história cheia de humor, aventuras e reviravoltas, para você chorar de rir!
   Divertido, romântico e envolvente, o livro vai nos contar a história de Duda, - uma fanática por Crepúsculo e Robert Pattinson - que tranca um semestre na PUC do Rio de Janeiro onde cursa Jornalismo, para estudar Inglês em New York, o que será um desafio e uma grande aventura para ela que só sabe falar "the book is on the table" apenas por brincadeira. Mas ela não está sozinha nessa jornada, já que sua irmã Susana, sua prima Liza, e Margô (a melhor amiga de Susana) irão embarcar junto com ela. Ao chegar em seu novo apê na grande maçã, ela não perde tempo em esconder seus quatro livros da saga Crepúsculo das outras meninas - já que todas elas insistem que Duda viva o mundo real e esqueça do galã Robert Pattinson (como se isso fosse possível para ela). Mas acidentalmente ela tranca seus queridos livros no cofre e precisa desesperadamente pedir a senha ao dono do apê, que também é seu vizinho que não apareceu desde que elas chegaram.

   Duda segue a vida (forçadamente) sem os seus livros, tentando se convencer que tudo isso é o sinal do destino para ela deixar de lado a vida vampiresca que ela tanto fantasia e viver mais o mundo real. Ela tenta se socializar nas aulas de Inglês e acaba conhecendo Pablo, um cavalheiro encantador Espanhol, que vira seu melhor amigo. Até que um certo dia, por ironia do destino, Duda descobre que seu vizinho - Miguel - é a copia idêntica e exata do seu amado Robert Pattinson. 

“Nem delirando! Nem delirando consigo ser um pouco menos patética. Será que me custava pelo menos fantasiar com o Robert verdadeiro? Em vez desse… Robert Paraguaio de tatuagem no braço, sotaque americano e músculos aparentes? Tudo bem. Tenho de admitir que esse vulto sentado do outro lado da cama é indescritivelmente deslumbrante, o homem mais lindo que meus olhos já viram (é uma pena que vá esmaecer e sumir no espaço a qualquer instante). Mesmo assim… É pirataria pura.”  

   Claro que essa descoberta vai trazer muitas confusões para Duda e seu frágil coraçãozinho, ainda mais quando ela descobrir que não é só a aparência que Miguel tem de impressionante. Mas ela, que é uma garota reservada (bem estilo Isabella Swan), não acredita que é capaz de chamar a atenção de alguém tão lindo, mesmo que tenha muitos garotos charmosos caidinhos por ela. A história se desenrolará de forma romântica e divertida, e durante esses seis meses que Duda irá passar em NY vamos ver como ela passa de uma garota imatura e fanática para uma jovem amadurecida e livre de fantasias que tanto a iludiam. 

   Algo que poderia ter sido um pouco diferente é quanto aos personagens secundários que ficam realmente em segundo plano, o foco da história é em Duda e Miguel (com pontinhas de seu amigo Pablo). Fiquei super curiosa por um desfecho para a história das outras meninas, mas nada que prejudique a leitura, já que os personagens foram bem construídos, principalmente Duda, que é uma doidinha assumida (quem sabe uma continuação ou spin-offs? Seria uma ótima ideia). A narrativa consegue te envolver completamente, você acaba se sentindo tão ligada à protagonista, como se estivesse dentro da história. Me arrancou muitas risadas, principalmente nos pensamentos da protagonista que a Carol Sabar fez questão de escrevê-los. Me peguei por muitas vezes conversando com a Duda - "Como você fez isso?" "Não acredito, Duda!" "Uau, vai ser agora!!!!" "Nãããão faça isso Eduarda Maria!"... É mesmo uma leitura fluida, rápida, gostosa e mega envolvente.

   Também não se deixe enganar pela temática caso você não goste da saga Crepúsculo, apesar de serem história bem similares, o livro tem muito a nos surpreender. Por alguns pequenos detalhes avaliei com nota 4, também seria injusto com outros livros extraordinários que já li dar nota máxima à história da Duda, mas afirmo que é um dos livros mais envolventes que li. Por várias vezes me peguei lendo por horas, querendo adiar todos meus compromissos e afazeres, só para ficar mais um pouquinho com a protagonista mais estabanada, exagerada, dramática, intensa e atrapalhada do mundo literário. Sem contar nas inúmeras referências nacionais que a autora incluiu na história que deixou mais ainda o livro com cara de "casa" e nos ajudou a ficarmos mais confortáveis - Jô, Xuxa, Ipanema, Tijuca, Globo, SBT, Revista Claudia, etc.

"O vento ártico sacode meus novos cabelos e, com a mão direita, seguro a coina na cabeça, para não perdê-la (a boina, pois a cabeça já perdi há muito tempo)."

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